quinta-feira, 26 de novembro de 2015

FIF 2015: Mundo, Imagem, Mundo



A exposição "Mundo, Imagem, Mundo" no Palácio das Artes apresenta algumas obras selecionadas no FIF, Festival Internacional de Fotografia.

"A curadoria da exposição é dos artistas visuais Bruno Vilela e Guilherme Cunha, juntamente com Eduardo de Jesus, crítico, ensaísta, membro-diretor da Associação Cultural Videobrasil (SP) e professor da PUC Minas; e Patrícia Azevedo, artista e professora da Faculdade de Belas Artes da UFMG.
Eles buscaram trabalhos que, além de estabelecer diálogos entre as diversas linguagens e processos de construção da imagem, contribuíssem para a reflexão sobre a produção imagética e suas influências no mundo."
http://fcs.mg.gov.br/programacao/fif-2015-mundo-imagem-mundo/
Seguem alguns registros:










Inhotim



No dia 12/11 visitamos o Inhotim. Como pedido, cada grupo escolheu uma galeria para analisar e compartilhar as ideias com restante da turma. Os pavilhões escolhidos foram a Cosmococa (Hélio Oiticica), Adriana Varejão, Lygia Pape e Doug Aitken (Sonic Pavilion). O meu grupo ficou com a Galeria Adriana Varejão.






Uma das obras apresentadas no pavilhão

Croqui da galeria





quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Arte Core (MAM-RJ)


 No dia 24/10, visitei o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro e acompanhei o segundo dia do evento Arte Core, o Festival de Arte Urbana realizado pela Homegrown. O Arte Core, que nessa edição aconteceu nos dias 23,24 e 25, tem como proposta reunir arte urbana, skate e música. O festival teve sua primeira edição em 2013 e hoje integra o calendário oficial de eventos do MAM.  




O evento contou com, entre outras atividades, uma galeria com exibição de pinturas e fotografias, apresentações musicais e competições de skate. Seguem alguns registros...















Fotografia de Henrique Madeira, fotografo de arte urbana do Rio de Janeiro.

Obra "rolo"  durante uma das competições de skate.



Maquete do local da intervenção







Croqui do local da intervenção












Objeto Interativo


A minha ideia final foi fazer um objeto com interação tátil-visual. Basicamente, consiste em leds de cores diferentes que acendem de acordo com a interação tátil com o objeto. A forma desenvolvida foi a seguinte:




Consiste em uma forma em bola, onde as cores dos leds são mostradas, e a base onde ocorre a interação tátil. Após a dica dada pelos professores de separar a bola da parte da interação, eliminando a base, a forma atingida foi:





O circuito foi montado dentro da bola e o fio passado até onde o circuito é ativado.





O objeto exposto em Glaura e a interação dos moradores:






domingo, 27 de setembro de 2015

"Água"

Exposição no Sesc Palladium





A exposição "Água" de Leonardo Crescenti, Rejane Cantoni e Raquel Kogan é uma instalação que promove uma interação tátil e uma observação visual do espectador com a obra.  O ambiente é formado por espelhos no chão, luzes e  parede. Essa disposição forma uma interface que funciona da seguinte forma: 



"ÁGUA é uma interface tátil-visual: um espelho de observação flexível, de grande dimensão, desenhado para sofrer deformações em função do peso e da posição dos visitantes. Sua função é refletir a luz que incide sobre ele, simulando reflexos de água, e projetar as sombras dos interatores na arquitetura. Vários usuários podem caminhar simultaneamente sobre a obra. Pisando nela, alteram as qualidades do espelho flexível, conhecem sua profundidade e as dimensões espaciais da instalação, alteram o reflexo da imagem projetada e interagem uns com os outros.
O sistema de sensoriamento tátil-mecânico é composto de mantas de espuma e fitas adesivas mecânicas. Localizado sob a superfície das chapas espelhadas, esse dispositivo tem tripla função. Primeiro, permite aos usuários deformar a superfície lisa das chapas espelhadas em função de sua posição relativa e peso. Possibilita também ampliar alterações na trajetória angular da luz que incide sobre a superfície espelhada, criando movimento e alterando a imagem projetada dos reflexos e das sombras dos interatores. Além disso, pode simular sensações equivalentes a caminhar sobre superfícies líquidas – como afundar o pé em poças ou águas rasas." 

Vídeo pessoal da deformação dos espelhos e da formação de reflexos nas paredes.

Eu achei muito interessante visitar a exposição, principalmente nesse momento em que estamos trabalhando com interatividade. Ao perceber que os espelhos se deformam de acordo com seus pesos e seus movimentos e alteram, assim, as projeções nas paredes, os visitantes ficam livres para interagir com a obra, em seus próprios ritmos e em conjunto.




quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Infográficos de Glaura

Versão pessoal


Após o processo de criação dos dois mapas em Glaura , resolvi continuar com a ideia inicial dos ícones apresentando as relações. Este foi o meu primeiro infográfico:







Após a reunião para criticar os infográficos, os outros alunos sugeriram que poderia ter mais algumas informações. No entanto, em geral todos gostaram da forma desenvolvida. Mudei então alguns detalhes (de forma bem sutil o tamanho de alguns círculos, cores um pouco mais vivas,etc.) e acrescentei informações sobre os subdistritos e as cidades vizinhas. A versão final foi:



Atualização: o terceiro infográfico






Glaura: Entrevista com os moradores

Viagem do dia 10/09 ao 14/09


Para conhecer mais sobre a dinâmica social de Glaura, foram realizadas entrevistas com os moradores do distrito. Essas entrevistas foram feitas em grupo e antes da atividade foi elaborado um roteiro de perguntas. 

Este é o trabalho desenvolvido pelo meu grupo:

1) Foco da entrevista

Tínhamos como objetivo levantar os seguintes pontos: 
  • Lugares de aglomeração;
  • Eventos importantes e que reúnem pessoas de Glaura e região;
  • Deslocamento e transporte em Glaura;
  • Relação com as cidades vizinhas;
  • Serviços de Glaura: se os moradores se sentem satisfeitos;

2) Roteiro da entrevista

Após discutir os pontos de interesse do grupo, tentamos elaborar um roteiro de perguntas. Esta é a organização que eu segui:
  • Apresentação dos entrevistadores: nome, cidade de origem, curso, objetivo do estudo (conhecer a dinâmica de Glaura), etc;
  • Introdução: nome do morador, idade, cidade de origem e quantidade de tempo vivido em Glaura, etc.
  • "Como é a vida em Glaura?", "O que mais se destaca para você na cidade?";
  • "Como é sua relação com os vizinhos e outros moradores?";
  • "Quais lugares em Glaura você costuma frequentar? E o que acha sobre eles?", "O que costuma acontecer (eventos, etc.) nesses lugares?";
  • "Sobre os serviços de Glaura, o que sente falta?";
  • "Como é a relação com as cidades vizinhas?", "Você costuma ir muito e com qual intuito?", "Qual o meio de transporte usado?";
  • etc.



quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Glaura: Alguns desenhos

Viagem do dia 10/09 ao 14/09


Durante a primeira viagem à Glaura, foram realizadas várias atividades de compreensão do espaço e da dinâmica social do distrito. Como exemplo, os croquis de contexto e as entrevistas com os moradores. Também foram feitas algumas atividades com o intuito de trabalhar a concentração e melhorar o traço nos desenhos, focando na leveza e no "traço solto".

Aqui estão alguns desenhos desenvolvidos:









Dinâmica dos troncos: trabalhando o ponto de vista e "soltar o traço"


Desenho de 5 minutos com contexto



Segurando na ponta do lápis: 4 desenhos sobrepostos



Sobreposição de vários pontos de vista



Ponto de vista final +  complemento de outros alunos



Croqui final




"Leonilson: Truth, Fiction"

Mostra no CCBB




Como indicado pelos professores, fui ao CCBB ver a mostra das obras de Leonilson. Sem conhecimento anterior algum sobre o trabalho e a vida do artista, senti a principio uma dificuldade em conectar com a sua obra (na parte dos bordados, costuras e etc.). No entanto, nos desenhos foi possível identificar uma enorme sensibilidade e, de certa forma, entender a fragilidade e força de seu trabalho. Foi, portanto, a parte que me identifiquei.

Tais desenhos, enfileirados, parecem compor um diário bem pessoal do artista, sendo possível compreender um pouco do que ele sentia. Nessa parte, é perceptível o viés social de Leonilson: os desenhos apresentam fortes criticas e ressaltam, de alguma forma, as minorias, apresentando temas como machismo, guerra, homossexualidade, etc. Também é forte a presença das antíteses: desenhos marcados com sentidos geográficos (norte, sul, leste e oeste) e com as palavras "sim" e "não" indicam uma certa "confusão" entre caminhos diferentes e/ou opostos.





É importante ressaltar, ainda, a importância da leitura em suas obras: grande maioria dos trabalhos apresentam escritos e os desenhos são complementados pelas palavras. Em alguns casos, as palavras de Leonilson estão de ponta-cabeça, sendo essencial que o espectador participe e se torne ativo para assimilar o conteúdo.

A mostra é bastante expressiva e vale a pena levar um tempo com o trabalho.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Museu de Arte da Pampulha

Visita realizada na aula do dia 03/09


O Museu: pesquisa feita antes da visita




Com a pesquisa feita antes da visita foi possível conhecer um pouco do museu. 

O Museu de Arte, projetado como um cassino em 1943, situa-se na região da Pampulha em Belo Horizonte. É uma obra de Oscar Niemeyer juntamente com o paisagista Burle Marx e compõe o Conjunto Arquitetônico da Lagoa da Pampulha. Esse conjunto foi idealizado por Juscelino Kubistchek com o objetivo de desenvolver a área da Pampulha e é composto de várias obras de Niemeyer: um cassino, uma igreja, um hotel, um clube e uma casa de baile. 

O cassino parou de funcionar em 1946 com a proibição dos jogos no Brasil e foi reaberto como museu em 1957. 

Além disso, foi pedido para pesquisarmos sobre os cinco pontos de Le Corbusier sobre a arquitetura moderna. Estes são:

  1. Pilotis, liberando o edifício do solo e tornando público o uso deste espaço antes ocupado, permitindo inclusive a circulação de automóveis;
  2. Terraço jardim, transformando as coberturas em terraços habitáveis, em contraposição aos telhados inclinados das construções tradicionais;
  3. Planta livre, resultado direto da independência entre estruturas e vedações, possibilitando maior diversidade dos espaços internos, bem como mais flexibilidade na sua articulação;
  4. Fachada livre, também permitida pela separação entre estrutura e vedação, possibilitando a máxima abertura das paredes externas em vidro, em contraposição às maciças alvenarias que outrora recebiam todos os esforços estruturais dos edifícios; e
  5. A janela em fita, ou fenêtre en longueur, também conseqüência da independência entre estrutura e vedações, se trata de aberturas longilíneas que cortam toda a extensão do edifício, permitindo iluminação mais uniforme e vistas panorâmicas do exterior.

Visita


Durante a visita, destacamos alguns pontos do projeto como: a sua funcionalidade como cassino e como museu; a complexidade da arquitetura de Niemeyer; a mistura de materiais (como exemplo, as pilastras exteriores de concreto e as interiores revestidas de aço inox); o encontro entre o projeto arquitetônico e o paisagismo de Burle Marx; entre outros.
Também realizamos alguns croquis do museu, com tempos específicos de desenho.

Alguns croquis


Croquis de 15 e 5 minutos com livre escolha da paisagem:






Croqui da fachada com duração de 3 minutos: